(Mocho Edições, 2020)
Então, peraí: um homem gay e uma mulher lésbica podem, juntos, adotar e criar uma filha? Não, eles não estão apaixonados! Mas, sim, claro que se amam… É disso que as famílias vivem, não é? Amor? “Amar é estar”, mas e se “estar” não for suficiente? Porque também tem a filha do outro casamento, e a história prévia, e os casos paralelos, e os desejos… Olha, para entender tudo isso, só reconstruindo o tempo. Não o nosso, né? O tempo deles. Porque famílias - e amores - têm seu próprio tempo...
Pervertidos reconstrói o tempo, pervertendo-o, para contar a história de Gabriela, Rafael, Bia e Clarissa, a partir das memórias de cada personagem. O prefácio é de Marcelino Freire.